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Relatos: Dia 51
9:30 da manhã: Escrevendo, como sempre. 1:00 da tarde: Almoço de negócios com ostras e champanhe. Na hora tudo fez sentido. Sou convencida de que as propostas são sensatas e possíveis. Às vezes acho que minha mãe tem razão. Eu não devo ter muito senso de realidade. Ainda bem. 6:00 da tarde: Num café, revisando o livro dos bonecos. Tomando café para cortar o efeito da champanhe e tentar trabalhar um pouco que seja. Noite: Meu namorado sobe pela janela e me salva. Escrito por Índigo às 10h09 [ ]
Relatos: Dia 50
10:30 da manhã: Termino o livro dos bonecos! 11:00: Começo a me arrumar para um almoço de trabalho, mas ele é desmarcado. Abro a geladeira e vejo o que me resta. 12:30: Cozinho arroz integral e uma mistura de abobrinha, pimentão amarelo e tomate. De entrada, uma salada de alface crespa com queijo branco. De sobremesa, ameixa. Ficou ok. Nada de outro mundo. Tarde: Imprimo o livro dos bonecos, disposta a fazer a primeira leitura. Não consigo fazer a leitura. Abro o livro da Donna Tartt. É um dia perigoso. Sou capaz de destruir tudo o que escrevi. Qualquer texto meu que eu leia hoje, vou achar abominável. Quanto mais leio a Tartt, mais odeio o que escrevo. Desisto de ler o livro dos bonecos. Fim de tarde: Falo com um dos meus editores. Ele diz algo que faz com que eu me sinta melhorzinha. Falto no Kung Fu e sigo lendo Dona Tartt. Quando chego na última frase, o telefone toca. É Ivana, perguntando se quero ir para a Mercearia. Vou. Escrito por Índigo às 09h56 [ ]
Relatos: Dia 49
9:00 da manhã: Começo o dia escrevendo a história dos bonecos, que vai chegando ao final. O plano é concluir a história hoje. Meio-dia: Fazendo compras no sacolão. Depois, cozinhando um almoço vegetariano. Depois do Kung Fu eu me pego comendo carne direto. Pretendo voltar à dieta vegetariana. 4:00 da tarde: Encontro, finalmente, a chave da história dos bonecos. Aleluia! Volto para o começo e reescrevo várias partes. Não consigo concluir a história, mas agora tenho um final. 6:00 da tarde: Lendo “A história secreta”, de Donna Tart, que vai ficando melhor a cada página. Estou no finalzinho do livro. Que pena. Escrito por Índigo às 09h32 [ ]
Relatos: Dia 48
9:00 da manhã: Trabalhando calmamente num livro que devo terminar em fevereiro. Agora já dá para falar um pouco mais a respeito. Ele começa a ficar mais firminho. 11:30 da manhã: Envio o job de publicidade e vou arrumar a casa. 2:00 da tarde: Trabalhando no livro dos bonecos. Resto da tarde: Fazendo a última leitura do livro de crônicas. Depois de terminar o livro, escolho mais duas crônicas, acrescento-as no meio como se estivesse montando um sanduíche. Mando o livro para meu leitor especial. Kung Fu: Kill Bel chega assustada ao treino. Presenciou a cena de uma mãe que trancou o bebê dentro do carro, logo ali, na padaria da esquina. A história não me surpreende porque acho que mães são criaturas naturalmente loucas. Mas é sempre assustador, para o bebê, principalmente. Estréio minha faixa amarela. Ela exige braços fortes. Escrito por Índigo às 09h29 [ ]
Relatos: Dia 47
9:15 da manhã: Entro na academia e Kill Bel já está pronta, concentrada para o exame que começa às 10h. Corro para o vestiário, me troco e passo duas vezes a minha seqüência de movimentos. Quando finalmente saio do vestiário, 90% dos alunos já estão a postos. 10:00: Começa. Eu me sinto como parte de um exército do ano mil, na Mongólia. Algo assim. 10:30: Executo a minha seqüência, sozinha, sem contar. Dá certo! Hei! 11:30: Ouvindo as palavras do mestre. “Corpo, mente e alma”. Recebo minha faixa amarela. Jogo a branca para o alto. Resto do dia: Comemorando meu novo status. Antes eu era branca, agora sou amarela. Tudo muito exato e definido. É uma sensação ótima. Esses orientais já entenderam tudo, há tempo.
PS - Agradeço a todo mundo que mandou email desejando sorte no exame. Valeu! Hei! Escrito por Índigo às 10h49 [ ]
Lançamento de livro
Amanhã, sábado, vou lançar um livrinho chamado “Minhoca Eulália e outras criaturas”, pela editora Dulcinéia Catadora. Uma coletânea de contos originalmente publicados na Folinha. Os livros são artesanais e o evento faz parte da Mostra SESC de Arte. As capas são feitas pela criançada. Um programa bem gostosinho para um sábado à tarde Onde – SESC Consolação Horário – 14h Quando – Sábado, 24 de novembro Escrito por Índigo às 11h22 [ ]
Relatos: Dia 46
Manhã: Volto ao texto dos bonecos. Já me conformei. É um texto de andamento lento. Beeem lento. Sei perfeitamente o motivo. É um texto infantil. Se fosse juvenil, eu poderia escrever em outro ritmo. Meio-dia: Recebo o telefonema de uma agência de publicidade. Graças a Deus! Era disso que eu estava precisando. Um trabalho de publicidade. 1:30 da tarde: Num café, revisando um texto que estava parado. 2:30 da tarde: Insisto mais um pouco no texto dos bonecos. 3:30 da tarde: A agência de publicidade volta a ligar e conta o que querem que eu escreva. “Mas isso é muito brega!” “Exato. É pra arrancar lágrimas das pessoas. Você acha que consegue?” “Pra quando?” “Segunda-feira.” “Fechado”. 5 da tarde: Lendo poesia. Não tem nada melhor para despertar meu lado marqueteiro. Kung Fu: Último treino antes do exame de domingo. A faixa branca já não tem nada a ver comigo. Fora que, na faixa amarela, o sapatinho é totalmente fashion, igual ao da Uma Thurman.
Escrito por Índigo às 10h11 [ ]
Relatos: Dia 45
Manhã: Cuidando de questões burocráticas. Entre elas ter de ir até a Angélica porque, mais uma vez, esqueci de assinar um documento. Tarde: Completamente sem foco, incapaz de escrever. Mandando emails para o namorado, como se eu não tivesse prazos a cumprir. Pior, mandando letra de música do Guilherme Arantes. Pois é. Nem eu acredito. Fim de tarde: Revisando o texto dos bonecos, algo que sempre dá para fazer. Lendo, percebo que está bem melhor do que eu imaginava. Sento e escrevo mais um capítulo. No Kung Fu: Penúltimo treino antes do exame de faixa. Os feriados atrapalharam a rotina de treino. Meu chute perdeu a força. O espacato já foi melhor. Aprendi a lição. No mundo do Kung Fu não há feriado. Se tem, há um preço a pagar. Hei! Escrito por Índigo às 09h35 [ ]
Relatos: Dia 44
Manhã: Trabalhando na recuperação de um texto que andava abandonado, mas não descartado. Tem dias em que me sinto como um marceneiro falando de literatura. Bem, no fundo, é isso. Hora do almoço: No mercadinho do coreano. À minha frente um mano de skate e corrente de diamantes fala ao celular. “Preta, eu já te disse: nesse tipo de show não se leva mulher. Você sabe como é. Vai virar praça de guerra. Eu tô querendo te poupar. Você viu da última vez. Você quer levar tiro da tropa de choque? É isso que você quer, preta? Depois como eu faço pra te tirar lá do meio? Eu posso ir porque sou homem preto. Você é mulher, e mulher não vai. Preta, ô preta, me escuta.” Tarde: Lendo várias coisas. Livros que ganhei durante a balada, e a troca de carta entre Clarice e Sabino. Estou a ponto de pular as da Clarice. As do Sabino são literatura pura, enquanto as da Clarice são cartas mesmo. Noite: Jantando com meu namorado, que não é obra de ficção. Não minha, pelo menos. Talvez Simone de Beauvoir conseguisse conceber um personagem como ele. Mas acho que nem ela. Ai ai... Escrito por Índigo às 10h33 [ ]
Relatos: Dia 43
Manhã: Escrevendo, só não lembro o que. Almoço: Almoçando com Bebel num restaurante japonês. Claro que ao final um sushi pula num potinho de shoyo e deixa um comentário no meu vestido branco. Tenho de sair correndo feito doida para o banheiro, enquanto Bebel pede um babador. 2:30: Na Balada Literária, sentada numa mesa com quatro cadeiras. À minha frente, Tony Bellotto. À esquerda, Bráulio Tavares. Na diagonal, Michel Laub. Parece mesa de divórcio em filme americano. Esquisito. Mas daí começa, e a conversa rola superbem, um papo divertido. O público curte. Ufa! 5:00 da tarde: Com Delfuego e Ivana, tomando uns chopps. Noite: Na Mercearia, para não perder o costume. Escrito por Índigo às 09h45 [ ]
Amanhã começa a balada
De quinta à segunda, na Vila Madalena, rola a Balada Literária. São vários, vários eventos: literatura, música e teatro. Clique aqui e veja a programação. A minha mesa é na sexta-feira. Horário: 14:30h Participam: Bráulio Tavares, Tony Bellotto e eu, com mediação do Michel Laub. Onde: Na Livraria da Vila – R. Fradique Coutinho, 915 O tema da mesa é livre. Acho que Bráulio vai falar sobre ficção científica, o Tony Bellotto sobre romance policial e eu sobre literatura infantil. Sem bem que não dá para saber. Vamos ver o que acontece. É grátis! Espero vocês! Escrito por Índigo às 13h02 [ ]
Relatos: Dia 42
Manhã: Escrevendo um “negócio” sem trama pré-estabelecida. Vou descobrindo conforme escrevo. Depois do almoço: Num café, fazendo mais uma leitura do conto infantil gótico. Dou o texto por terminado. Tarde: Mando o conto gótico para um novo leitor. Nesse caso “leitor” significa alguém muito próximo, em quem confio plenamente e sei que vai dizer aquilo que preciso ouvir. Resto da tarde: Trabalhando na história dos bonecos, muito, muito lentamente. É uma escrita difícil e traiçoeira. Leio um pouco de Nadine Goodman e durmo. Sinto-me culpada, acho que devia trabalhar mais na história dos bonecos, mas ela não me entusiasma. Enrolo até a hora do Kung Fu. Kung Fu: Mais uma sessão de luta livre. Dessa vez me saio bem melhor. Derrubo uma faixa laranja muito mais forte que eu. Uso luvas de box e dou vários, vários socos num saco de pancada. Lutar é melhor que escrever. Escrito por Índigo às 09h22 [ ]
Relatos: Dia 41
Manhã: Escrevendo algo ainda muito embrionário, portanto não posso falar a respeito. Meio-dia: Respondendo emails acumulados, embora não todos. Os mais trabalhosos continuam sem resposta porque eu não quero responder qualquer coisa. 2:00 da tarde: Escrevendo a história dos bonecos, que envolve muita pesquisa. Lá pelas tantas tenho de interromper e fazer a parte chata. Faço. 5:00 da tarde: Lendo “A história secreta”, de uma autora americana que acabo de descobrir, chamada Donna Tart. Ela escreveu dois livros, por enquanto. Esse é o romance de estréia. É um desses livros que a gente lê feito tarado para descobrir a história verdadeira, pois o tempo todo ela só dá flashes da história, sendo que o que ela não conta é o que importa. É um livro de esconde-esconde, que te pega pelos cabelos e você não consegue fechar por nada. No Kung: Fortalecendo braços. Os roxos sumiram e novos roxos não têm aparecido. Hei! Noite: De volta à “A história secreta”. Ah, sim, tento fazer um mingau que dá totalmente errado e vira uma pasta dura. Então jogo uma banana no meio que não ajuda em nada. Volto ao livro e desisto de comer. Escrito por Índigo às 08h48 [ ]
Relatos: Dia 40
11:00 da manhã: Começando um novo texto 2:00 da tarde: Fazendo feira rapidinho para fugir da chuva Resto da tarde: Lendo jornal. Encontro matérias aqui e ali relacionadas ao assunto do meu próximo livro. Hum... Pois é. Estou a fim de me aventurar em temas um tiquinho mais sórdidos e complicados. Sem sair do infanto-juvenil, claro. Noite: No teatro municipal, assistindo o balé de comemoração dos 30 anos do Cisne Negro. Um dos balés mais lindos que já assisti. Meu Deus, como dançam! Escrito por Índigo às 10h09 [ ]
Relatos: Dia 39
8:30 da manhã: Trabalhando na história dos bonecos. Hoje ela melhorou. Coloquei um pouco de sangue. Era o que estava precisando. 12:00: No mercado, comprando ingredientes para o almoço. 12:30: Cozinhando uma refeição vegetariana, à base de muito espinafre. 2:00 da tarde: Trabalhando num livrinho infantil gótico que tem como protagonista um urubu. 5:00 da tarde: Na Livraria da Vila, revisando, relendo e remoendo a história dos bonecos. Percebi o problema. Eu estava no ritmo errado. É o tipo de história que, não sei dizer bem o motivo, só permite que eu escreva no máximo uma página por dia. No Kung Fu: O professor, num acesso de criatividade, pede para eu vestir um quimono. - Pra não ter perigo de eu rasgar sua camiseta – ele explica. Então ele pede para dois alunos montarem o tatame. - Vamos treinar uma luta japonesa arcaica. Antigamente eles lutavam com capacetes com chifre. Mas não será o caso hoje. O professor ajusta meu quimono e se agarra em mim. Me pega pelo cinto e começa a me atirar para todos os lados como se eu fosse uma boneca de pano, ou um trapo. É. Está mais para um trapo. Minha calça quase que sai. A dignidade então. Noite: Num bistrô francês, bebendo com amigas, como se nada tivesse acontecido. Escrito por Índigo às 08h52 [ ]
Relatos: Dia 38
9:30 da manhã: Retomo a escrita da história com bonecos. Não é o que estou a fim de escrever no momento, mas o que tenho de escrever. Então escrevo. A escrita não flui muito, mas até que vai.Tarde: Dando longo intervalos entre a escrita da história dos bonecos e pensando no Tony Bellotto. Eu era muito fã dele. Me descabelava nos shows da Unicamp, gritando "Bichos, saiam dos lixos! Baratas, deixem-me ver suas patas!" Eu achava aquilo muito bom. Ainda acho. Fico pensando se no meio de um desses shows tivesse aparecido um gênio da lâmpada e dito: "Ei, daqui a alguns anos você e o guitarrista ali estarão discutindo literatura em São Paulo, num evento literário". Primeiro eu não ia nem ouvir. Depois, se ouvisse, não ia entender nada. "Como assim?!" "Você vai ser escritora quando crescer, e o Tony Bellotto também." A isso eu diria: "Ah, tá bom, então". E continuaria gritando, pulando e me descabelando: "Ratos! Entrem nos sapatos do cidadão civilizado..." No Kung Fu: Estou no meio de uma roda com três lutadoras em volta de mim. O treino constitui em atacar uma, virar e atacar a segunda, depois virar e atacar a terceira. Algo como Uma Thurman com centenas de chineses. Volto para casa me sentindo muito poderosa. Escrito por Índigo às 08h28 [ ]
Balada Literária
A minha palestra acontece no dia 16 (sexta), às 14:30. O bate-papo será entre Bráulio Tavares, Tony Bellotto e eu, sendo que quem conduz a conversa é o Michel Laub, portanto a gente pode esperar momentos de verdade, adrenalina e possivelmente, dor. Ah, sim, será na Livraria da Vila. Se eu fosse você, chegava antes, porque sabe como são as Bellottetes. Ou seja Dia 16 Horário: 14:30h Na Livraria da Vila da Fradique Coutinho Clique aqui para ver a programação completa. Escrito por Índigo às 15h13 [ ]
Relatos: Dia 37
10: 00 da manhã: Envio meu livro de crônicas para a editora. É a coisa mais verdadeira que já escrevi. Escrito sob influência de Lourenço Mutarelli. É bom. Bem bom. 1 da tarde: Estou almoçando e dou de cara com meu editor. Ele diz que a capa de “Um Dálmata Descontrolado” ficou pronta. Momentos tensos. 2 da tarde: Na editora, vendo a capa de “Um Dálmata Descontrolado”. Antes de mostrar, o editor informa: “Você vai ter de gostar porque não vai dar tempo de fazer outra”. 5 da tarde: Em casa, me sentindo meio esquisita. Primeiro acho que é alguma virose. Depois acho que é de ficar apanhando no Kung Fu. Mas daí me lembro que no domingo tomei um remedinho homeopático. Concluo que é o efeito do remedinho. Deito e durmo um pouco. Resto da noite: Acordo me sentindo bem melhor. Falto no Kung Fu. Era o efeito homeopático. No fim da noite estou ótima, nova em folha, feliz e contente. Tra la la. Escrito por Índigo às 08h34 [ ]
Relatos: Dia 36
9:00 da manhã: Mando o romance, com o novo título, para o editor. Ele responde, entusiasmado. Diz que vai ler e me dá um retorno em breve. Começa o frio na barriga. Resto da manhã: Trabalhando numa fábula. Tarde: Reunião numa editora que me faz uma proposta surpreendente. O convite é para eu me afastar da literatura e começar a ganhar grana de verdade. Dois cifrões brilham nas pupilas da editora, conforme ela fala. Eu aceito na hora. Fechamos os termos do contrato. Voilá! PS – Antes que comentem. Não, eu não vou abandonar a literatura. Só vou me aventurar num novo departamento. Fim de tarde: Relendo o livro de crônicas. No Kung Fu: Treino pesado e sem dó. Chego em casa e desmaio no sofá. Escrito por Índigo às 08h39 [ ]
Relatos: Dia 35
Manhã: Depois de dois dias de trabalho insano, dormindo como uma pedra. A tarde toda: No sofá, fazendo a última leitura do romance. Aquele mesmo que na semana passada me pareceu pronto e resolvido. Agora, não mais. Acho que falta detalhar melhor uma determinada parte. Sigo a leitura pensando no que fazer. Fim da tarde: O final do livro ficou bom. Bem bom. Mas o miolo ainda tem uma quebra estranha de narrativa. Resolvo que vou entregar o livro para o editor assim mesmo, com uma pequena anotação. Algo como: * esse original precisa de ajuda. Algo assim. Noite: Escrevendo no meu outro diário, o dos sentimentos e confissões inenarráveis. Escrito por Índigo às 09h22 [ ]
Relatos: Dia 34
8:00 da manhã: Corrigindo isso e aquilo no romance. 10 da manhã: Terminei. O romance está pronto! 12:30: Cozinhando o mesmo de ontem. 2:00 da tarde: Começo a escrever uma história sobre bonecos. 6:00 da tarde: No Kung Fu, o professor decide que é hora de complicar um pouco as coisas. Acha que está faltando verdade nos meus movimentos. - Então eu vou fazer um treino para você entender o que é um golpe. E lá fui eu. Poucos minutos depois: - Eu não quero bater em você, mas tem de ser assim. 9:00 da noite: No cinema, assistindo “O Passado”. É uma mistura de filme de terror com comédia de Woody Allen. Escrito por Índigo às 10h29 [ ]
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